Olá, meus queridos leitores. Não sei há quanto não escrevo, mas, se cometi esse sacrilégio, perdoem-me. Não foi deveras minha intenção. É que coisas aconteceram, ou melhor... Não aconteceram. Pela minha cabeça passam milhões de cenários, inúmeras formas de descrever, narrar os acontecimentos. Porém, como não é de costume, a inspiração – diferentemente de mim – resolveu mudar de ares: entrou pro funcionalismo público; é verdade. Licenças o tempo todo, trabalha quando quer; eficiência? Bom, às vezes.
E é nesse contexto que tenho que me virar; as mais impuras idéias – mas não menos criativas. São essas que eu aprecio e vocês também, quando vão pro papel – ocorrem nos tão inoportunos momentos quanto. O que deveria a minha pessoa fazer? Levar o desktop para a privada e ligar na tomada do banheiro? Quem sabe. Se não fosse tão pesado e demandasse um pouco menos de espaço.
E por aí vai. Eu tento me lembrar de algumas, mas é complicado: As idéias nem sempre reaparecem com o mesmo, hum... Como eu poderia dizer... Frescor. Isso, frescor. Não frescura, mas frescor.
“Imparidade dos paradoxos: Ponto de inflexão da vida”
Foda, né? É, mas e o resto? Eu juro que no dia que pensei nisso, estava todo o texto, o tema, as colocações, na minha cabeça. Prontinho pra ser publicado. Cara, ia ser o texto do ano. Só que, mais uma vez, estava eu longe do meu querido pc. Onde minhas idéias são, evidentemente, transcritas. Quando cheguei em casa, só havia me sobrado o título. E nem queiram saber, vocês, como apareceu.
Talvez eu esteja sendo rude, severo demais comigo mesmo. Todos sabem que memoráveis obras, produções, surgiram de súbitos, ímpetos cruéis. E muitas delas foram lamentavelmente perdidas; tudo por essa coisa de não estar no lugar certo na hora certa.
Damn’ Einstein!
Tô precisando mesmo é de novas perspectivas.
Candidatas?
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