Há! Pensaram que eu esqueceria de vocês?
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Sim, pensei muito em fazê-lo. Mas, gosto de me prender a essas frivolices tradicionais; desculpem-me.
De certo, isso aqui é uma perda de tempo absurda; vejam, “eu poderia estar lendo um livro”, “assaltando um banco” ou qualquer idiotice mais em que fosse mais útil usar o meu tempo. Viram como gosto de vocês? É fato, o tempo é valiosíssimo. Mas, tudo bem: Não me importo em dedicar algumas horas da minha vida a minha nobre legião de... 10 leitores? Dos quais, dois por cento eu diria que são “assíduos” (em que assiduidade deve caracterizada por períodos de quatro meses, há.). A vida é assim mesmo. Um dia vão ler e elogiar-me secretamente através de e-mails maliciosos. Vamos lá então, chega de babaquice (chega?).
O objetivo desse artigo – ou post, numa linguagem mais contemporânea (sim, porque os textos não são mais, simplesmente, “publicados” [é, leia com todo o sabor que a palavra tem; percebam que não se trata do “ãh? Se não fossem publicados, eles seriam o que, então?”. Por favor, né... O que eu quero dizer é que se trata de um blog, como você, que está ainda um pouco confuso por não ter entendido nada há pouco, deve ter percebido] – como em periódicos do início do século passado; onde reinava toda a poesia da “espera” – o que normalmente levava uma semana) é falar sobre o ano que está esvaindo-se.
“Acabou, acabou!! Vamos todos pra praia, encher a cara e acordar com uma bigorna na cabeça, há há há! Como é divertido tudo isso!”. Não, não é. A começar que a praia deve estar absurdamente cheia – acreditem, um pouco mais do que nos anos anteriores. Então a probabilidade de você, pobre – que não dispõe de um carro pra voltar pra casa -, dormir na rua é bem grande. Imaginem como deve ser maravilhoso acordar com uma bigorna na cabeça, um sol na sua cara, o corpo cheio de areia, sem a carteira no bolso e descalço? Pois é...
Esse também foi um ano muito bom pra mídia: Seqüestros – com direito a invasão no modelo mais “swat” que existe. Inclusive pelos erros de estratégia -; Eleições yankees; Eleições cariocas; Crise Econômica; GREVEs (há, há, há; A-D-O-R-O alfinetar), catástrofes naturais, F-1 e muitos outros grandes acontecimentos.
Vai demorar um pouco falar sobre tudo isso. E como os jornais já fizeram enfadonhamente esse trabalho, prefiro escolher um que chamou bastante atenção de todo o mundo...
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Bom, não sendo a paralisação dos docentes da Universidade do Estado... Só pode ter sido a Fórmula-1. Péssimo isso tudo...
Muitos me perguntam: “Ah, cara, e agora? O que vai ser do mundo?” Pô, sei lá... Sou suspeito pra falar. Sem contar que, se nem as maiores autoridades monetárias do mundo não foram capazes de prever e lidar com isso, o que eu posso fazer? Sinceramente, a única coisa que eu posso dizer é que: “Esse é um péssimo ano pra se estudar Economia” Sábias palavras, mestre... Sábias palavras.
É isso: Não tendo muito sobre o que falar, só me restar desejar as mesmas coisas de sempre: Que nesse próximo ano, todos nós tenhamos mais consciência ao fazermos nossas escolhas, e que olhemos mais o pôr-do-sol do alto da Montanha com um Mar de Verde ao redor; que não fiquem mágoas no coração das pessoas pelo que quer que tenha acontecido – pois todos nós somos humanos, afinal e... Sei lá, meu, Paz, né.
Eu tô aqui, pra qualquer esclarecimento. Firme e forte! Há, há, há.