quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Pequenas coisas


Postar, postar e... postar! Ah, como é bom, e, às vezes, trabalhoso. Mas, vejam bem: não encaro isso como obrigação; sim, como diversão, LIBERDADE. Tá aí, mais uma vez, a dita cuja. Vivendo e aprendo é que se aprende a não se prender. Trocadilho sem graça, admito. Nunca fui bom nessas coisas. A verdade é que não há nada - oh, que pena - a ser dito. Agora vejam só: O sujeito passa milênios sem escrever, e agora, do nada, repentinamente, resolve VOLTAR A ATIVA. Que engraçado, gente. É... Convenhamos: se for pra ser publicado, que fique, ao menos, decente. Não que os outros não tenham sido, ficado. Longe de mim. Mas, a minha modéstia me permite, apenas, dizer que eles estavam próximos a ela. A decência. Encare como quiser. Encaro como quiser. Encarar... Pois é, encarar. Por que sempre enfrentar as coisas de frente? Por que não dar as costas, ignorar? É tão fácil. Por que vencer? Por que ser feliz? Não seria mais fácil ser nada? Digo, nada, mesmo. Estar sempre em busca do ideal. É tanto trabalho... Sempre constante. Inconstante. Perdido. Perdição. Socorro! Perdi-me nas palavras; perdi-me no tempo; perdi-me. Louco.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Um pouco reflexão


O post de hoje, desculpem-me, não contém nada de "oh! o texto". Até porque, mais uma vez, desculpem-me, não é essa a intenção. Também não preciso dizer qual é a idéia do blog, desse espaço. Gostaria, apenas, de deixar claro o quanto é bom refletir sobre as coisas, de maneira que se possa avaliar as conseqüências que estas te trarão. Pode parecer chato, às vezes. Com certeza. Mas, é de suma importância, também, para construção - bem-estar social - de seus sonhos. Principalmente, se você, de qualquer forma, tem boas perspectivas para a vida. Reflita. Reflita mesmo. Não custa nada. Não é perda de tempo. Se você tem uma visão ampla; quero dizer, no sentido de "sempre aproveitar as coisas. E que tudo que, aparentemente, é inútil não deve ser feito"; pense nisso como um investimento. Claro que na mais fria das hipóteses. Mas o que vale é pensar sobre.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

A verdadeira liberdade


Ser livre. É... Complicado, não? Sim. Por que? Bom, levando em conta a vida, suas restrições, responsabilidades, etc, posso dizer que é complicado, de fato. Ser livre não é, simplesmente, estar solto por aí com a consciência de que se pode fazer o que quiser, no momento em que quiser. Até porque, disso você só tem consciência. Essa liberdade se restringe apenas ao direito de ser livre. Mas eu pergunto: o que adianta? Me digam, o que adianta? Constantemente, estamos presos à sociedade, a um estilo de vida, às tendências, às idéias, ao trabalho, enfim, a tudo. Como podemos ser livres e presos, ao mesmo tempo? A liberdade está, meus caros, nos momentos em que lhe foi concedida apreciá-la? Como? Nas suas horas de folga, na sua pequena liberdade? Difícil, demais, de entender. Acho que é um caso perdido. Ser escravo das obrigações, ser escravo do tempo. Somos todos perdidos, reféns, acuados, reprimidos, loucos de vontade de colocar tudo pro ar. Mas, ainda dessa maneira, estaremos presos. É, não estou louco. Garanto, também, que vocês não estão. Nessas situações, a gente cria um blog. Sim, um blog. Um com o título: Freedom Valley. Aqui você não vai encontrar liberdade. Com certeza, não. Mas, você vai encontrar idéias, posts, comentários(é, liberdade de expressão.), que te colocarão mais longe do cotidiano, tão sem graça... assim, quem sabe, poderemos juntos, num misto de idéias; na vontade de deixar tudo, e ao mesmo tempo, nada; construir a base que precisamos pra lapidar a rocha que é a rotina. Digo mais: Cada dia, escrevendo, estarei um pouco mais leve - e por que não? - livre. Nesse espaço, posso fugir de tudo, de todos. Posso ser o que eu quiser. O que o mundo não vai impor que eu seja. Que vocês sejam. Espero poder ajudá-los, com os textos, que serão tristes, cômicos, críticos, felizes. Livres. Portanto, vamos lá. O trabalho está só começando.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

De volta à ativa


Pois então, cá estou de volta, humildemente, ao que, um dia, pensei ser meu recinto. Voltar... Por que? Simplesmente, pelo fato de estar de volta? Não. Um pouco mais do que isso, eu diria. Acho que, além da necessidade de escrever, assim, de quando em vez, existe, também, a necessidade de expor o seu trabalho. Sim, seu trabalho, meu trabalho, nosso, que seja. Estou aqui, escrevendo, pra compartilhar idéias. Qualquer coisa. Bom, não é exatamente isso... Tá, vamos caminhar devagar, um passo de cada vez.
"O ser". Hum... belo começo. Mas, ainda não é isso. "Socorro!!! Não sei o que fazer." Quase. Vou começar a falar das cebolas. É, não é engraçado. Quem sabe, assim, eu me motivo? Continuando, as cebolas, meus caros... ops: " sf 1. Planta hortense; 2. o bulbo dessa planta, usado como condimento; 3. qualquer bulbo". Essa é a cebola que vocês conhecem. Quer dizer, não com essa definição, e blá blá blá. Mas como o tempero que a mamãe usa na galinha de domingo. Que, no fundo, darl, não deixa de ser a mesma coisa. Será? Lamento dizer, mas a cebola - ah, a cebola. Eca! - é algo(pra não dizer um ser, um alien. Melhor: um parasita) grotesco, e que de nada serve como tempero. Porque a idéia do tempero é dar um toque, realçar o sabor da comida. Na linguagem cotidiana, dar um "quê". A cebola, pobrezinha, não foi abençoada com esse talento. No grupo das plantas, é a "irmã" má. A ovelha negra da horta. Soa estranho falar de uma planta, usando um animal. Principalmente, porque ovelhas não ficam na horta. E plantas, até onde eu sei, não se agrupam em família. Imaginem só: "Ah, que pena. Soube que o avô do tomate morreu ontem. Meus pêsames!" Um pouco bizarro. Mas é compreensível que pessoas partilhem de idéias assim. Se não, assista àquele filme, aquela coisa asquerosa, muito bem feita, da série de filmes com sérias restrições orçamentárias: "Corra que os tomates assassinos vem aí". Algo assim. Existe mesmo. Enfim, sou cinéfilo e, nada tenho contra os tomates. Mas sim, contra as cebolas. Que seja! É só uma expressão. Dá pra entender... Voltando, você já sentiu aquele gostinho, algo ácido, misturado à comida, que, quem sabe, fora tão bem feita? É algo que arde, estraga o sabor de qualquer coisa que seja. Até do Big Mac. Sim, dele mesmo. O intocável. Os gordinhos que me desculpem, mas é verdade. Junto ao pickles(outra coisa que não é legal.), ao, misterioso, molho especial, e aos outros condimentos, lá está ela. A dita cuja. Tentando sair. Brigando com os outros. Porque, assim, de repente, você perde o apetite logo na primeira mordida. Ela é má. Reprimida. Isso é culpa do preconceito da parte das outras plantas. Uma planta rebelde. Tá aí, planta rebelde! Por que não? Título: "Cebola-A planta punk". Hum... Perfeito. Pois é... Essa é a cebola. Ácida, triste, e rebelde! Diferente da cebola que vocês conhecem. O outro lado de uma planta. Desse jeito, conhecendo-a bem, o almoço, aquela galinha, pode não ter o mesmo sabor. A dica é: Cuidado.