sexta-feira, 25 de maio de 2007

A new hope




É... Hojé é sexta. Que coisa, não? Maio, 25... Tudo parece igual. Eu não gostaria que tudo tivesse sido do jeito que foi, do jeito que está sendo. De pensar que esse "tudo" poderia ser diferente, melhor... Pior, também. Aprendi a pensar muito sobre a conseqüência de meus atos. Virtualmente, eu jamais teria imaginado viver o que vivi; rir do que ri... sofrer o que eu sofri. Não tenho palavras pra expressar o que isso representou na minha vida. A alegria que me trouxe: poder enxergar o mundo com outros olhos; poder fazer parte de uma realidade que eu sequer idealizara. Poder ouvir as coisas que eu ouvi; sentir o que eu senti. Me sinto um privilegiado, nesse ponto. De fato, eu sou. Posso me orgulhar de dizer que eu sou. Não que eu fui, mas que eu sou. Vou levar certas lembranças pro resto da minha vida. Rir sozinho dos momentos legais; tentar aprender com os problemas. Talvez, um dia eu me arrependa por não ter feito com que as coisas tivessem tomado um caminho diferente. Eu não quis que não tivessem: acho que não fiz por onde, a resposta. Não fiz o que deveria ter sido feito; fiz o que não deveria. As coisas vão se encaixando como sempre se encaixaram. Num momento, tudo vai bem: o vento está ao seu favor. E quando não tem que ser, ele está contra. Você pode fazer o que for: nada vai dar certo. Se desesperar, também, não é a solução. Pensar que a vida escolheu esse caminho por que tem de ser, é um começo, quem sabe.
Como vocês devem ter notado, eu tenho redigido textos "estranhos", por assim dizer. Desrespeitei, descaradamente, o ideal do blog que há tanto lutei pra manter. Disse, há muito, que a idéia era não se prender a um tema; não misturar a vida aos textos; e coisas assim. Peço desculpas por isso. Não só a vocês, mas a mim: que tava como um cordeiro; como um louco "chutando" cachorro morto, como dizem por aí(que feio); escrevia pra uma outra realidade que se criara. Não vou ser hipócrita e dizer: eu me arrependo. Gente, eu acho que quando se tem um sentimento; quando se vive de verdade; e, de repente, ele está sumindo: você se desespera. Principalmente, quando não se tem a que recorrer. Acho que fui meio covarde. Utilizei um espaço pra discutir; criar idéias; gerar polêmica, para falar da minha vida. Não me arrependo, em nenhuma instância. Fiz o que deveria ter sido feito, o que o meu coração queria que eu fizesse. Também tenho direito. Por isso, de agora em diante, vocês não ver textos do gênero. Em hipótese alguma. Pelo menos por muiiiiito tempo, que é o que eu pretendo pra esse blog. Aquele moleque que chorava, que exacerbava os seus sentimentos; os deixava a flor da pele, ficou junto com a fitinha, no passado. Hoje, ele existe sim, mas de verdade: mais forte, seguro. E ele prometeu que as coisas vão ser diferentes e, de fato, vão. Como tem de ser.
Vou aproveitar pra ressaltar que tá doendo sim. Que a ausência é de fato aquele "vazio". Não me refiro a presença, mas a tudo de uma maneira geral. Cada dia, cada mensagem não recebida. Cada passeio não feito; "eu te amo's" não ditos; cada vida que foi destruída, sonhos. Esses vão dar lugar a outros. Eu acho. Força rapaz, segura isso! Por favor! O que fica é aquilo: poderia ter sido diferente. As coisas, agora, poderiam ser diferentes.
Tou lutando. Acho que fazendo um pouco das tripas coração. Mas a gente sabe que o que passou, passou. E o que virá, virá. Isso, só Deus sabe. A resposta, em parte, a gente tem. Dizer é difícil. Dizer não é possível. Não deve ser. Mas se tiver, será. Voltou pro zero. Se vai sair, o tempo, com certeza, deve responder. Eu tenho um palpite. Enfim... Dói escrever isso. Ô se dói! Dói, mais ainda, olhar pra trás. Dói ver que a gente tá crescendo, amadurecendo. Seguindo certos caminhos. A maior dor é saber no final das contas nada foi diferente: as pessoas estavam certas. A vida, mesmo, estava certa. Felicidade é o momento, e esse deve ser vivido, muito bem(guardem isso. E vivam. Mas não prometam nada, por favor! Esse vai ser o maior erro de todos. Não construam nada, não pensem. Eu sei o que é. Vivi. O que vocês "querem" vai acontecer se vocês souberem por onde. Não se vocês ficarem idealizando. Na boa: isso não dá certo. Pensem que o que tiver de ser, será. Vocês vão ser muito mais felizes. Eu gostaria de feito isso antes). Não tenho mais o que dizer, nem a quem recorrer. Acho que tá aí. Lição de vida parte I, ou um milhão! Eu acho que a gente tá em constante aprendizado. E o que a gente aprende, no fim de tudo, é que nada deve ser constante... Nada mesmo(anotem isso, por favor!).
Tá tudo aí. Acho que chega, né? Amanhã vai ser um dia novo; e depois também. Sigam em frente, nada temam. A felicidade aparece sim, sô! É só não esperar!


Eu tô lembrando das begônias: "O amor é como uma flor: deve ser regado todos os dias para crescer, florescer". Acho que era isso. Se eu tivesse prestado atenção nas coisas que eu escrevo, acho que essa flor não teria murchado.
Eu acredito que a mesma nunca mais vai existir. A MESMA. Pode surgir outra onde aquela existiu. E vai existir outra, porque tem de ser. Na verdade, ela está se formando. Aos poucos, a vida vai dar um molde. É aquilo: é muito novinha, não resiste às pressões, às influências. Mas se murchar, vai ser totalmente diferente...



Ufa! Ai, é isso.


Respeito a tudo.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Dona

Ei, meu manjar!
As estrelas vou te prover
Da solidão te tirar,
com meu amor te acolher!

Sei que desse amor já provou.
Viste-o partir
Quando a flor murchou,
Ao invés de chorar, só quisera rir.

Quem sabe o que é amar?

Vestiste saia
Vesti terno
Vestiste seda!
Vesti meu jaleco!

Raios!


Dos teus abraços, o calor
Dos teus lábios, o mel
Da inocência, o frescor
Transcrito ao papel


Inspiração, louvor, carícia
Jennifer, Angelina e Alícia

O que são?

A lua, não pude trazer-te
O céu era o limite
A dor, saudade
Socorro, Nefertite!


Ainda me lembro daquele julho,
Que me remetia a Outubro
Contemplaste-me em Setembro,
E foi-se maio, no início de março


"Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar..."
Dizia aquela mulher que tanto gostava do poeta de nome, que influenciou uma geração,
uma legião;

Me lembro de tantas...

Ah, o Arpoador
A marina, que glória!


Eles, também, existiram: Um tem nome de rei, o outro de santo. Tem um que chamam até de guerreiro. O resto... é melhor não citar.


Poemas escrevi
De contos, participei
Fábulas criei
A devaneios, me permiti


O que eu queria era te abraçar
Feliz, sorrir
O lençol, dividir
Docinhos, criar

Quem dera, eu
Quem dera, você

Quem dera...


Lembro-me, diziam:
"Isso tudo não te é permitido"
Não foi-me
E nunca deveria ser

Enxuguei suas lágrimas
Jura?
Enxusgaste as minhas


Chorava por amar-me
Chorava por perder-te

Segredos, por que
Fronteiras, pra ver
Chão pra caminhar
Obstáculos ultrapassar


Vida


Rapunzel
Margarida
Chapéuzinho

Comédia
Drama
Sozinho

O que vai ser daqui
O que vai ser pra mim
O que vai ser pra você


Morena.

sábado, 5 de maio de 2007

Sexo Verbal-Meu querido diário

Acreditem: Hoje eu levei um chute! Quer dizer, hoje não; ontem. Melhor ainda, há uns dias. Diria que hoje a dor sumira. Desaparecera. Por outro lado, os resquícios que ela deixara vão me marcar, talvez, pelo resto da minha vida. Não foi qualquer chute. Apesar de existirem vários(acreditem, vários. Daqueles que um livro de auto-ajuda vai te aconselhar a aprender com os erros. Se é que você errou.), uns deixam hematomas permanentes. Esse foi um chute pra acordar; um "sacolejo"(nossa! o nível tá caindo... perdoem-me.). Quem me chutou disse: "Cara, tá tudo errado!!! Pra onde a gente está indo? pra o mundo tá indo?". Isso não foi uma campanha para o meio-ambiente; um destaque acentuando a violência. Nada disso. Embora sejam importantes, não se referem - pelo menos de maneira direta - ao tema. Complicado demais.
Gostaria de ter levado esse chute, há muito tempo. Lá nos primórdios. Pra ser sincero, gostaria que os meu pais tivessem levado esse chute. Melhor: que todas as pessoas fossem chutadas, generalizando. É o que precisa ser feito, uma questão de justiça.
A essa altura do campeonato, fica complicado. Cresci com uma cultura diferente. Pensava, até então, de outra forma. E continuaria pensando, se não tivesse sido alertado da existência de um outro mundo. Eu sempre soube, pra ser sincero. Na verdade, todos sabem, mas o ignoram. É arriscado. É preferível viver sendo passivo a buscar novas formas de pensamento. Questionar! É, questionar. Antes de agir, questione-se. Pense se é realmente certo. Reflita. De verdade. Mais uma vez. Olhando com atenção as coisas certas, é possível chegar a resposta. Não cabe a mim chutar ninguém. Explicar isso seria, com certeza, impossível. Na verdade, explicar, não; Convencer. O que posso aconselhar é que procurem informação, a instrução certa. Com as pessoas certas. As oportunidades estão aí, cabe a nós todos enxergá-las.
Se eu entrar nesse jogo, vou entrar pra ganhar. É a única saída. Jogarei conforme as regras, visando a justiça. Focar o objetivo, enxergar as oportunidades, sem medo dos riscos. Ou então, ficar na corrida dos ratos, mesmo. "Quem sabe, assim, seja melhor..." pensamento de muitos. Mas por que não um fast-track(não sei se a expressão tá certa)? Cabe a você, a mim, a quem quer seja, optar pela segurança ou pela emoção.


"Vencer nem sempre é remar conforme a maré"*



*adaptação de uma frase dita por alguém que optou pelo caminho mais difícil.



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Anedotas da vida


"Vale a pena esperar um pouquinho. Quem vai com muita sede ao pote, sempre o encontra vazio. Quem sabe amar e apreciar aos poucos, sabe o que fazer e quando fazer. Já vi essa cena antes. Já entendi, e deixei. Aprendi muito com isso. Não sei o que quer, mas sei que o quer que seja vai acabar dando certo. Cada vez mais me sinto como se tivesse interrompido um ciclo; uma história. Não quero ser o obstáculo para destruir o que deve, por qualquer razão, existir. Retiro-me a minha insignificância. O tempo sabe o que faz. Aprendi a administrá-lo, ao invés de simplesmente ser administrado única e exclusivamente por ele. O que não quero é dar murro em ponta de faca. Só. Quanto ao resto... o que tiver de ser, será."