quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Todas as Maravilhas do Mundo

Há! Pensaram que eu esqueceria de vocês?

(...).

Sim, pensei muito em fazê-lo. Mas, gosto de me prender a essas frivolices tradicionais; desculpem-me.
De certo, isso aqui é uma perda de tempo absurda; vejam, “eu poderia estar lendo um livro”, “assaltando um banco” ou qualquer idiotice mais em que fosse mais útil usar o meu tempo. Viram como gosto de vocês? É fato, o tempo é valiosíssimo. Mas, tudo bem: Não me importo em dedicar algumas horas da minha vida a minha nobre legião de... 10 leitores? Dos quais, dois por cento eu diria que são “assíduos” (em que assiduidade deve caracterizada por períodos de quatro meses, há.). A vida é assim mesmo. Um dia vão ler e elogiar-me secretamente através de e-mails maliciosos. Vamos lá então, chega de babaquice (chega?).

O objetivo desse artigo – ou post, numa linguagem mais contemporânea (sim, porque os textos não são mais, simplesmente, “publicados” [é, leia com todo o sabor que a palavra tem; percebam que não se trata do “ãh? Se não fossem publicados, eles seriam o que, então?”. Por favor, né... O que eu quero dizer é que se trata de um blog, como você, que está ainda um pouco confuso por não ter entendido nada há pouco, deve ter percebido] – como em periódicos do início do século passado; onde reinava toda a poesia da “espera” – o que normalmente levava uma semana) é falar sobre o ano que está esvaindo-se.

“Acabou, acabou!! Vamos todos pra praia, encher a cara e acordar com uma bigorna na cabeça, há há há! Como é divertido tudo isso!”. Não, não é. A começar que a praia deve estar absurdamente cheia – acreditem, um pouco mais do que nos anos anteriores. Então a probabilidade de você, pobre – que não dispõe de um carro pra voltar pra casa -, dormir na rua é bem grande. Imaginem como deve ser maravilhoso acordar com uma bigorna na cabeça, um sol na sua cara, o corpo cheio de areia, sem a carteira no bolso e descalço? Pois é...

Esse também foi um ano muito bom pra mídia: Seqüestros – com direito a invasão no modelo mais “swat” que existe. Inclusive pelos erros de estratégia -; Eleições yankees; Eleições cariocas; Crise Econômica; GREVEs (há, há, há; A-D-O-R-O alfinetar), catástrofes naturais, F-1 e muitos outros grandes acontecimentos.
Vai demorar um pouco falar sobre tudo isso. E como os jornais já fizeram enfadonhamente esse trabalho, prefiro escolher um que chamou bastante atenção de todo o mundo...

(...).

Bom, não sendo a paralisação dos docentes da Universidade do Estado... Só pode ter sido a Fórmula-1. Péssimo isso tudo...

Muitos me perguntam: “Ah, cara, e agora? O que vai ser do mundo?” Pô, sei lá... Sou suspeito pra falar. Sem contar que, se nem as maiores autoridades monetárias do mundo não foram capazes de prever e lidar com isso, o que eu posso fazer? Sinceramente, a única coisa que eu posso dizer é que: “Esse é um péssimo ano pra se estudar Economia” Sábias palavras, mestre... Sábias palavras.

É isso: Não tendo muito sobre o que falar, só me restar desejar as mesmas coisas de sempre: Que nesse próximo ano, todos nós tenhamos mais consciência ao fazermos nossas escolhas, e que olhemos mais o pôr-do-sol do alto da Montanha com um Mar de Verde ao redor; que não fiquem mágoas no coração das pessoas pelo que quer que tenha acontecido – pois todos nós somos humanos, afinal e... Sei lá, meu, Paz, né.

Eu tô aqui, pra qualquer esclarecimento. Firme e forte! Há, há, há.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

“Everything is going to be fine”

Como? Quando? De que maneira?


Fico pensando na existência disso; cogitando meras suposições. No fim das contas, dói quando não parece existir.
Ele habita o reduto do pensamento popular e lidera o ranking de todos os pedidos. É o pai da esperança. Melhor: É o bisavô dela. Acho que numa ocasião, em um contexto bem mais antigo, ele já vinha com as perspectivas do amanhã na sua carruagem de sonhos. Afanava carinhosamente os cabelos daquela linda jovem, num ritmo suave como se suas mãos fossem feitas de veludo; fazia, quando pra ela Muito insistia em não fazer sentido: Quando a verdade brincava de pega-pega, esconde-esconde... Polícia e ladrão. Tinha medo. Afinal, era difícil entendê-la. Sempre que tudo ficava mais frio, ele oferecia seu colo, doava seu carinho. Mas nunca uma explicação. Por quê? Dizia que seu papel era trazer reconforto, e não responder certas questões pras quais sua essência não poderia criar uma definição. Ela era muito curiosa; demais. Só que afago dele era tão... Era tal, que apenas sua presença bastava. Brincando, dizia que ele era luz (E, de fato, a menina não estava errada). Perguntava também se não era difícil essa sua missão. E, sendo assim, se não era injusto desenhar um pano de fundo que refletia uma realidade inconcebível. Nesse momento, ele abriu um sorriso, doce o suficiente pra que ela percebesse que “estava tudo bem”. Precisou dizer que não se tratava de ocultar o presente com tinta, mas de ensinar como vê-lo melhor. Essa era a razão por que ele existia. Não mais. Depois disso, ela pediu pra contemplar o momento e agradeceu; somente.


It feels nice to be right sometimes; to be bright for while; But it’s, at the same hand, divine to show someone looking miserable there’s awalys a door which may present life as a hope-path from a happy prism; And you will notice finally what human being means.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Questões

Originalmente em: 01/08/2008


Que desagradável de se notar, sentir e pensar é esse negócio a que chamamos de... Amor? O que é o amor? Pra quem é o amor? Existe o amor?

(é, se o texto estiver uma porcaria, perdoem-me: É aquele problema ainda, mas eu tô tentando escrever por vocês).

Não sei quem é você, não sei quem são vocês. Não sei se me apaixonei. O que é a paixão? Acho que nunca soube o que é isso. Deve ser – vejam bem – um sentimento mesquinho, recluso, sujeito às particularidades de cada um. Parece não ter forma, sentido, razão... Padrão?
Paixão é beleza? Paixão é beleza. Paixão é amor, mas amor não é paixão. É, muitas vezes, o que se sente; muito embora tenham-no, mais, como só que se vê. Não sei.
Amor pra mim é o subterfúgio de uma besteira, uma mancada. É o resguardo que surge como o “Ás” do blackjack quando não se tem mais a que recorrer, parece.
A quem cabe o direito de amar? O que o direito? Direito é o conjunto de “regras” que regem a sociedade? (!) Pode ser. Direito é a garantia de inclusão, de expressão e de bem-estar de um indivíduo em sociedade. É o que o faz se sentir parte dela, de usufruir as garantias legais a que se tem... Direito? Ah, raios. Não agüento. Se isso existe, gostaria de saber o que rege o amor. É esse tal de Direito? Não, eu acho que não. Disseram-me que se chama livre-arbítrio, pois o amor é um sentimento e esse é liberdade: Direito à privacidade. Espera aí, esse já existe, ora! Não vale. Quero saber se há algo que crie regras pro amor que dizem que existe. Se eu faço parte do bolo, mereço uma fatia... Certo? E as minhas garantias “legais”. A quem vou recorrer por não ser amado? À ouvidoria dos corações partidos? Ao tribunal das lamúrias? Dá-me o endereço. Sabia que nada disso tem nexo? É. Eu vou te dizer por quê: No amor, não existe justiça. É! Essa aí, que dita as tais regras.

Já pensou:


Lei Federal 1234/XX


Título I – Sentimentos

Seção I – Amor


Art.1: Amor é todo sentimento oriundo do livre-arbítrio que vem não sei de onde, afeta não se sabe como e dói, também, não se sabe por quê. É também o fluxo linear da substância pyy para o cérebro.
Art. 2: É também caracterizado como amor, o estado do indivíduo que apresentar as seguintes características:
I. Alegria incontida, muito semelhante ao estado que se apresenta sob o efeito de substâncias caracterizadas como “psicotrópicas”.
II. Perda do potencial de trabalho, da eficiência, muitas vezes se encaixando no quadro de desídio.
III. Saldo negativo em conta corrente.
IV. Benevolência súbita e às vezes exagerada.
V. Visão positiva do futuro



Parágrafo único: Qualquer comportamento semelhante ao descrito acima será, sendo aqui invariavelmente afirmado, caracterizado, para todos os fins, como Amor.



Tenha dó! Seria engraçado até. Mas não faria muito sentido. Pelo menos teríamos mais pessoas felizes, menos casamentos desfeitos e uma pilha de processos pra se analisar, hahahaha. Brincando.
É melhor acabar por aqui. Não sei quem é você mesmo: Deve ser só parte do teatro, do filme. E foi escalada sem, sequer, ser consultada! Mas fique tranqüila, pois você não é a única. Deve ser só como essas outras mesmo.


Ah, tô cansado.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

E o tempo levou

Olá, meus queridos leitores. Não sei há quanto não escrevo, mas, se cometi esse sacrilégio, perdoem-me. Não foi deveras minha intenção. É que coisas aconteceram, ou melhor... Não aconteceram. Pela minha cabeça passam milhões de cenários, inúmeras formas de descrever, narrar os acontecimentos. Porém, como não é de costume, a inspiração – diferentemente de mim – resolveu mudar de ares: entrou pro funcionalismo público; é verdade. Licenças o tempo todo, trabalha quando quer; eficiência? Bom, às vezes.

E é nesse contexto que tenho que me virar; as mais impuras idéias – mas não menos criativas. São essas que eu aprecio e vocês também, quando vão pro papel – ocorrem nos tão inoportunos momentos quanto. O que deveria a minha pessoa fazer? Levar o desktop para a privada e ligar na tomada do banheiro? Quem sabe. Se não fosse tão pesado e demandasse um pouco menos de espaço.

E por aí vai. Eu tento me lembrar de algumas, mas é complicado: As idéias nem sempre reaparecem com o mesmo, hum... Como eu poderia dizer... Frescor. Isso, frescor. Não frescura, mas frescor.

“Imparidade dos paradoxos: Ponto de inflexão da vida”

Foda, né? É, mas e o resto? Eu juro que no dia que pensei nisso, estava todo o texto, o tema, as colocações, na minha cabeça. Prontinho pra ser publicado. Cara, ia ser o texto do ano. Só que, mais uma vez, estava eu longe do meu querido pc. Onde minhas idéias são, evidentemente, transcritas. Quando cheguei em casa, só havia me sobrado o título. E nem queiram saber, vocês, como apareceu.

Talvez eu esteja sendo rude, severo demais comigo mesmo. Todos sabem que memoráveis obras, produções, surgiram de súbitos, ímpetos cruéis. E muitas delas foram lamentavelmente perdidas; tudo por essa coisa de não estar no lugar certo na hora certa.

Damn’ Einstein!

Tô precisando mesmo é de novas perspectivas.

Candidatas?