Como? Quando? De que maneira?
Fico pensando na existência disso; cogitando meras suposições. No fim das contas, dói quando não parece existir.
Ele habita o reduto do pensamento popular e lidera o ranking de todos os pedidos. É o pai da esperança. Melhor: É o bisavô dela. Acho que numa ocasião, em um contexto bem mais antigo, ele já vinha com as perspectivas do amanhã na sua carruagem de sonhos. Afanava carinhosamente os cabelos daquela linda jovem, num ritmo suave como se suas mãos fossem feitas de veludo; fazia, quando pra ela Muito insistia em não fazer sentido: Quando a verdade brincava de pega-pega, esconde-esconde... Polícia e ladrão. Tinha medo. Afinal, era difícil entendê-la. Sempre que tudo ficava mais frio, ele oferecia seu colo, doava seu carinho. Mas nunca uma explicação. Por quê? Dizia que seu papel era trazer reconforto, e não responder certas questões pras quais sua essência não poderia criar uma definição. Ela era muito curiosa; demais. Só que afago dele era tão... Era tal, que apenas sua presença bastava. Brincando, dizia que ele era luz (E, de fato, a menina não estava errada). Perguntava também se não era difícil essa sua missão. E, sendo assim, se não era injusto desenhar um pano de fundo que refletia uma realidade inconcebível. Nesse momento, ele abriu um sorriso, doce o suficiente pra que ela percebesse que “estava tudo bem”. Precisou dizer que não se tratava de ocultar o presente com tinta, mas de ensinar como vê-lo melhor. Essa era a razão por que ele existia. Não mais. Depois disso, ela pediu pra contemplar o momento e agradeceu; somente.
It feels nice to be right sometimes; to be bright for while; But it’s, at the same hand, divine to show someone looking miserable there’s awalys a door which may present life as a hope-path from a happy prism; And you will notice finally what human being means.
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