Contos da vida, sei lá... Acredito que alguém precisa disso. Então, a gente fica. O que fazer? Como criar nexo pras coisas? Cada vez que eu posto, criam-se mais dúvidas. Nunca me perguntei, por que não postar uma solução? Ou, a solução. Seria minha mente confusa a tal ponto de ser capaz de identificar as coisas e não pensar em resolvê-las? Hum... Não quer dizer nada. É o reflexo do cotidiano; o reflexo da vida: primeiro os problemas, depois a solução. Isso parece um pouco óbvio; mas não é. Enfim, deixemos essa questão de quem deve criar o quê e quando pra pessoas que estejam dispostas a pensar na correlação dos fatos. Economistas(hehehehehe).
Porém, é à noite que os gatos são pardos. De verdade... Gostaria, nessas horas, de ser amigo da inocência pra levá-la a um passeio. Assim, quem sabe, ela se entregasse à subversão. Quem sabe, virasse calúnia. Difamação.
Pelos becos, estreitos, à mercê de tudo, vê-se a real face dos mascarados que costumam brincar de viver. Brincar de ser. Permitem-se ao jogo: são simples peças do pecado. Vidas que abdicam da criação em troca da perversão. É o instinto. O que, no fundo, prova que ninguém é diferente de ninguém. Não sei... O mundo caminha rumo ao abismo. O que vai ser do futuro? O que é progresso? Chamam isso de caos.
Volte e meia, eu penso nas cebolas. É sério. Por mais que meu ser as odeie - injustiça, porque não há razão óbvia pra isso - elas são as únicas que explicam essa questão(por mais incrível que pareça). O que me deixa ainda mais frustrado.
De novo: Na economia, rapidinho(licença poética? hahahaha), existe uma coisa chamada Análise de Regressão(Andei lendo). O que seria essa geringonça? Trata-se de selecionar inúmeros elementos, agrupá-los, independente do que sejam, e tentar estabelecer uma correlação. Estatística, enfim... Não entremos no mérito da coisa.
Agora as cebolas. Tava pensando no que elas teriam a ver com o ambiente nefasto descrito acima... Tudo. Imagino o seguinte: A cebola - mais uma vez, sendo parcial - tem um aspecto estranho que nos faz imaginar, olhando, assim, de início, como somos capazes de comê-la. Misturada à comida, sequer notamos sua "existência". Notamos, apenas, um leve gosto. Um sabor. Não que precise ser, necessariamente, Aquilo. Mais ou menos nesse caminho: As pessoas, com freqüência, evitam, desprezam, temem, o que vêem; mas, facilmente sucumbem ao que sentem. Mesmo que seja algo que já temeram, enfim.
É o mundo. Que coisa, hein...
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Perdoem-me:
"Colo, carinho e nunca mais."
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