
Pois então, cá estou de volta, humildemente, ao que, um dia, pensei ser meu recinto. Voltar... Por que? Simplesmente, pelo fato de estar de volta? Não. Um pouco mais do que isso, eu diria. Acho que, além da necessidade de escrever, assim, de quando em vez, existe, também, a necessidade de expor o seu trabalho. Sim, seu trabalho, meu trabalho, nosso, que seja. Estou aqui, escrevendo, pra compartilhar idéias. Qualquer coisa. Bom, não é exatamente isso... Tá, vamos caminhar devagar, um passo de cada vez.
"O ser". Hum... belo começo. Mas, ainda não é isso. "Socorro!!! Não sei o que fazer." Quase. Vou começar a falar das cebolas. É, não é engraçado. Quem sabe, assim, eu me motivo? Continuando, as cebolas, meus caros... ops: " sf 1. Planta hortense; 2. o bulbo dessa planta, usado como condimento; 3. qualquer bulbo". Essa é a cebola que vocês conhecem. Quer dizer, não com essa definição, e blá blá blá. Mas como o tempero que a mamãe usa na galinha de domingo. Que, no fundo, darl, não deixa de ser a mesma coisa. Será? Lamento dizer, mas a cebola - ah, a cebola. Eca! - é algo(pra não dizer um ser, um alien. Melhor: um parasita) grotesco, e que de nada serve como tempero. Porque a idéia do tempero é dar um toque, realçar o sabor da comida. Na linguagem cotidiana, dar um "quê". A cebola, pobrezinha, não foi abençoada com esse talento. No grupo das plantas, é a "irmã" má. A ovelha negra da horta. Soa estranho falar de uma planta, usando um animal. Principalmente, porque ovelhas não ficam na horta. E plantas, até onde eu sei, não se agrupam em família. Imaginem só: "Ah, que pena. Soube que o avô do tomate morreu ontem. Meus pêsames!" Um pouco bizarro. Mas é compreensível que pessoas partilhem de idéias assim. Se não, assista àquele filme, aquela coisa asquerosa, muito bem feita, da série de filmes com sérias restrições orçamentárias: "Corra que os tomates assassinos vem aí". Algo assim. Existe mesmo. Enfim, sou cinéfilo e, nada tenho contra os tomates. Mas sim, contra as cebolas. Que seja! É só uma expressão. Dá pra entender... Voltando, você já sentiu aquele gostinho, algo ácido, misturado à comida, que, quem sabe, fora tão bem feita? É algo que arde, estraga o sabor de qualquer coisa que seja. Até do Big Mac. Sim, dele mesmo. O intocável. Os gordinhos que me desculpem, mas é verdade. Junto ao pickles(outra coisa que não é legal.), ao, misterioso, molho especial, e aos outros condimentos, lá está ela. A dita cuja. Tentando sair. Brigando com os outros. Porque, assim, de repente, você perde o apetite logo na primeira mordida. Ela é má. Reprimida. Isso é culpa do preconceito da parte das outras plantas. Uma planta rebelde. Tá aí, planta rebelde! Por que não? Título: "Cebola-A planta punk". Hum... Perfeito. Pois é... Essa é a cebola. Ácida, triste, e rebelde! Diferente da cebola que vocês conhecem. O outro lado de uma planta. Desse jeito, conhecendo-a bem, o almoço, aquela galinha, pode não ter o mesmo sabor. A dica é: Cuidado.
3 comentários:
Primeiro comentário!!!
Bem, moço, repito o que disse do texto: despretencioso, tem um estilo livre, anárquico. Isso é q é legal.
E ele combina com o nome do blog, vale da liberdade. Pois continue escrevendo livremente, sem se preocupar com amarras como "o-texto-tem-que-ser-sério-relevante-e-ter-conteúdo. O texto tem q ser o q o autor quer q ele seja, right??
É isso, bjsbjsbjs e keep free!
correção: pretensioso
ops, correção da correção: despretensioso
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